Inteligência Artificial identifica substâncias que causam alterações hormonais
Pesquisadores da PUC-Rio utilizaram inteligência artificial explicável (IAE) para identificar substâncias químicas que podem causar alterações hormonais no corpo humano e no meio ambiente. O estudo, publicado na revista Environment Health, revelou que estruturas químicas como Tiofosfato, Sulfamato, Anilida, Carbamato, Sulfamida e Tiocianato atuam como potenciais disruptores endócrinos.
A pesquisa analisou dados de bancos científicos especializados e aplicou modelos avançados de aprendizado de máquina para entender como essas substâncias interagem com cinco alvos hormonais: receptores de andrógeno (AR), estrogênio (ER), hidrocarbonetos arílicos (AhR), aromatase (ARO) e proliferadores de peroxissoma (PPAR).
Segundo o coordenador do projeto, professor André Pimentel, a tecnologia utilizada permite mapear as interações químicas de maneira mais precisa, oferecendo uma nova perspectiva para a toxicologia ambiental. “Compreender como essas substâncias impactam o sistema endócrino é essencial para avaliar os riscos à saúde e ao meio ambiente”, explica.
O estudo reforça a importância do uso da inteligência artificial na identificação de compostos químicos prejudiciais e no desenvolvimento de estratégias mais eficazes para a segurança química e ambiental.
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